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ANDRÉ GUSSON

André Luiz Marques Gusson, 30 anos, começou a "mergulhar" cedo. Ganhou sua primeira máscara de mergulho aos 6 anos de idade. Para ele e seu irmão, diversão era sinônimo de água. Depois de alguns anos estava com um amigo em Ilhabela e resolveu fazer um mergulho livre na Ilha das Cabras. Após duas horas de brincadeira, a decisão estava tomada: era setembro de 1999. Voltou para São Paulo e a primeira coisa que fez, na segunda feira, foi procurar por uma escola de mergulho na internet. Foi quando conheceu o Instrutor Alexandre Teixeira, que ministrou seu curso Open Water. E hoje é um grande amigo seu: "meu grande irmão...", conta. Para quem, após a aula de mar, já perguntou o que deveria fazer para virar instrutor. Ele o orientou a ganhar experiência na água e, com muita calma, seguir em frente com os cursos. Disse que lhe daria todo o apoio, mas teria que ser do jeito dele. E assim foi... Começou a mergulhar e a fazer os cursos necessários para sua formação e, em paralelo, ajudava Alexandre em tudo o que acontecia no Planeta Oceano. Foram 48 cursos assistidos de Open Water, Advanced e especialidades. Sempre sentado no canto na sala de aula, trocando transparências, fazendo anotações e de boca fechada. Na piscina e no mar, a mesma coisa. Até que um dia, no inicio da aula de tabela e planejamento, Alexandre jogou a caneta em seu colo e disse simplesmente: "A aula é sua, me mostra o que aprendeu". Respirou fundo, pegou a caneta e se levantou. "Confesso que minhas pernas tremeram, mas aquela era a chance que eu tanto esperava, não poderia deixá-la escapar", conta André. "E não larguei a caneta até hoje". Quase oito anos se passaram e André continua a sentir o mesmo arrepio na espinha que sentiu há tempos atrás. E continua respirando fundo antes do: "Boa noite a todos, sejam todos bem vindos a mais um curso Open Water". Mesmo depois de 50 cursos a emoção continua a mesma, a vontade e o prazer de ensinar também. E espera que isso dure para sempre. "Orgulho-me muito da minha formação, foi difícil, demorada, e as vezes dolorida. Mas, se preciso fosse, faria tudo de novo". Aos mestres: Ale, Trindade, Armandão, Marquinhos e Marcelo Bomfim. E aos amigos do Planeta Oceano: muito obrigado a todos, valeu e vale muito a pena acreditar em um sonho!"

A PDIC é uma das certificadoras mais exigentes do mercado. Por que você a escolheu?
Exatamente por conta dessa exigência. Quando decidi que seria um profissional do mergulho, pesquisei o mercado e avaliei o processo de formação de cada certificadora. E o diferencial que encontrei na PDIC foi a exigência.Concluí, então, que minha formação seria muito mais completa e abrangente se fosse feita através da PDIC.

Em termos de didática, qual é o grande diferencial da PDIC no mercado?
A qualidade e o formato das apresentações, as informações técnicas dos manuais e o treinamento dos instrutores. Tudo isso sem falar sobre a filosofia ARRASO, que se usada de forma correta, acaba sendo uma grande ferramenta durante o processo de treinamento e aprendizado dos novos mergulhadores.

Que benefícios os novos padrões gerais de cursos trazem para os mergulhadores e os profissionais PDIC?
Melhor treinamento / aperfeiçoamento para ambos. Nesse ponto, a filosofia ARRASO serve como um "medidor de performance" tanto para alunos quanto para mergulhadores, onde é possível avaliar cada fase do treinamento, possibilitando assim intervenções e correções em pontos isolados durante o aprendizado. A formação de profissionais dentro dos padrões de exigência da certificadora, resulta na formação de alunos mais seguros de suas habilidades e comprometidos com a atividade, realmente interessados em levar o mergulho para o seu dia a dia.

Qual seria a forma ideal de trabalhar de uma certificadora hoje atuando no Brasil?
Acredito que o foco principal deve ser a qualidade dos serviços prestados e não a quantidade de alunos formados. Penso que um aluno que passou por um treinamento de qualidade irá se tornar um mergulhador mais completo e comprometido com a atividade, sendo assim um agente multiplicador. Ainda falando sobre qualidade, devemos zelar pela mesma quando o assunto é a formação de novos profissionais, lembrando sempre que um profissional bem preparado rende frutos bem mais produtivos para o mercado como um todo. Respeitar e atender seus profissionais de forma a prestar um serviço de orientação e suporte para que os mesmos sintam-se mais confiantes e confortáveis para realizar seus trabalhos. Independente de serem Membros Organizacionais ou Individuais. Analisar o mercado nacional dando extrema importância para as diferentes características de cara região a ser abordada. E, por fim, desenvolver ferramentas para controlar a qualidade dos treinamentos prestados pelos profissionais, a fim de zelar pelos padrões dos treinamentos oferecidos pela certificadora.

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