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PAULO DE THARSO

A paixão pelo mergulho vem de longe. Paulo de Tharso começou a mergulhar em apnéia aos 12 anos de idade, quando ganhou seu primeiro equipamento básico. A máscara, com vidro não temperado, parafuso de ferro no frame e sem o nariz moldado para fazer a compensação, mais parecia um aquário.
As nadadeiras e as máscaras de borracha tinham que ser tratadas para não "melar". Os cuidados com esses equipamentos eram grandes. Naquela época, vários amigos seus que tinham máscaras semelhantes, não sabiam compensar e desconheciam a manobra de Valsalva. Alguns mergulhavam até a dor se tornar insuportável, sendo, então, obrigados a retornar à superfície com dores no ouvido por causa da compensação incorreta. Muitos achavam isso normal. Até pouco tempo, ele guardava essas relíquias para exibi-las em cursos de mergulho, e mostrar a grande evolução dos equipamentos. Estamos falando de aproximadamente 30 anos atrás.
Aos 15 para 16 anos ganhou a primeira arma pneumática, começou a praticar caça submarina, mas logo desistiu. O mergulho autônomo veio um pouco depois. Foi em Miami com um amigo que lhe mostrou um mundo diferente e incrível. Logo que retornou ao Brasil, procurou um curso de mergulho autônomo, onde conheceu o Werneck que o convenceu a prosseguir nos cursos profissionalizantes.
Atualmente, Paulo de Tharso, aos 41 anos de idade, desenvolve um trabalho voltado para o turismo sub na Tripping e foi eleito membro individual para o Conselho Consultivo de Membros da PDIC.

A PDIC é uma das certificadoras mais exigentes do mercado. Por que você a escolheu?

Tenho certeza que a PDIC está no caminho certo. Exigência faz parte de um ensino sério. Acho que quem ganha com isso é o mercado. Sou Instrutor de Treinamento e sempre que posso vou além dos quesitos exigidos pela PDIC, pois acho que quanto mais o corpo docente cobrar, melhores profissionais teremos. Na verdade eu cresci com a PDIC. Sou o primeiro instrutor PDIC no mercado brasileiro com muito orgulho, pois o Marcus [Werneck] soube representar muito bem a nossa bandeira em todo o Brasil e no exterior. Hoje podemos não ser os maiores, mas com toda a certeza, temos uma qualidade invejável no mercado. Orgulho-me de poder participar dessa grande família que é a PDIC.

Em termos de didática, qual será o grande diferencial de mercado que a PDIC irá emplacar com a nova filosofia ARRASO?

Todo instrutor PDIC sabe que um dos nossos maiores objetivos é a qualidade. 
Estar comprometido com a atividade faz parte de nossos ensinamentos. A filosofia Arraso veio para conscientizar os mergulhadores, desde o nível open water até o de instrutor. Estar comprometido com a atividade, significa ser um mergulhador mais seguro e consciente. Conhecer seus limites. Imagine quantos incidentes ou acidentes não seriam evitados?
Isso faz parte do aprendizado de qualquer curso em qualquer nível. Nós, instrutores, não podemos deixar, ou pelo menos devemos evitar, a saída de tantos mergulhadores do mercado. 
Acho que devemos lutar por aquilo que acreditamos. Que tal se cada um de nós fizesse a sua parte como profissional e como mergulhador? Mostrando que o mergulho é tão prazeroso como qualquer outro esporte. Só assim teremos mergulhadores comprometidos com a atividade.

Qual seria a forma ideal de trabalhar de uma certificadora hoje atuando no Brasil?

Com toda a humildade, acho que a PDIC está no caminho certo. Estar presente em parcerias com escolas e operadoras de mergulho, produzir material didático à altura de seu mercado, manter cursos de aperfeiçoamento para seus instrutores, dividir a opinião com os colaboradores. Estarei sendo injusto com a PDIC se disser que o caminho não é esse. Pelo contrário, acredito que o Werneck está conduzindo muito bem a PDIC.

Que benefícios os novos padrões gerais de cursos irão trazer para os mergulhadores e os profissionais PDIC?

Tudo que vem para somar deve ser bem recebido. E para mim foi isso o que aconteceu.
Estamos em uma nova era, onde tudo está se modificando. O mergulho faz parte dessa transformação.
Não podemos ignorar que o crescimento é inevitável. A pergunta é: Como crescer de forma a não nos prostituirmos? Nossos objetivos e padrões não podem e não devem ser ignorados. Essa era a minha maior preocupação. Hoje tenho certeza que estou comprometido com uma entidade que há mais de 10 anos vem cumprindo à risca o que escreveu no meu primeiro Manual de Instrutor.

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